Atendo brasileiros que vivem fora do país, seus cônjuges de outras nacionalidades e também expatriados de outros países que hoje residem no Brasil.
Mudar de país mexe com tudo: idioma, identidade, rede de apoio, papéis dentro da família. Existe o luto do que ficou para trás, a solidão que ninguém em casa entende, a pressão de dar certo lá fora e a culpa de estar longe de quem se ama.
Nos casais interculturais, o olhar sistêmico ajuda a nomear o que não é briga de personalidade, e sim encontro de duas culturas com regras invisíveis diferentes sobre família, dinheiro, tempo e afeto. O trabalho é traduzir esses mundos — e construir uma cultura própria do casal.
Atendimento online e presencial, em português e inglês, adaptado a diferentes fusos horários.